Dimensão ambiental (GRI 300)

Indicadores amplos sobre a gestão dos impactos ambientais, em aspectos como água, energia, emissões, materiais, resíduos e biodiversidade.

Percentual de água reciclada e reutilizada nas operações industriais

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Porcentagem de energia renovável utilizada

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Quantidade de resíduos não perigosos nas operações industriais, conforme o tipo de disposição final (toneladas)

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Quantidade de resíduos não perigosos, conforme o tipo de disposição final

wdt_ID Ano / Unidade Reúso Reprocessamento/reciclagem¹ Compostagem Aterro interno Aterro externo Outros

1. Sobre o aumento nos valores de reciclagem, em 2017: reciclamos 7,4 mil toneladas de lama de cal a mais em relação em 2016 pois conseguimos desenvolver um cliente da área de cerâmica que utilizava calcário e agora passa a comprar nossa lama de cal, isso nos possibilitou alavancar o número de reciclagem da lama em 2017; geramos 4,8 mil toneladas a mais de areia nas caldeiras, que foram integralmente reciclados e portanto aumentando a reciclagem em relação a 2016.; e aumentamos a venda de rejeitos (branco e marrom) em 2017. São rejeitos fibrosos que saem do processo em determinado momento, um nas peneiras do digestor (Rejeito marrom) e o outro na secagem durante a passagem pelo filtro de fibras (rejeito branco). Essas fibras são vendidas para fábricas de papéis para utilização na fabricação de papéis menos nobres.

Quantidade de resíduos perigosos nas operações industriais, conforme o tipo de disposição final (toneladas)

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Quantidade de resíduos perigosos, conforme o tipo de disposição final

wdt_ID Ano / Unidade Rerefino Reprocessamento/reciclagem Coprocessamento Incineração Aterro interno Aterro externo (Classe I)
Quantidade e disposição de resíduos gerados nas operações industriais (toneladas)

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Tamanho das áreas de habitat protegido¹ (hectares)

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1. As áreas citadas compreendem áreas destinadas para fins de conservação (Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal). A restauração na Fibria é feita de acordo com o Protocolo do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica e o Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal da Universidade de São Paulo (Lerf/USP). A empresa mantém parceria com governos estaduais para proteção de Unidades de Conservação. As variações nos números são decorrentes principalmente de mudanças na área de arrendamentos, parcerias e fomento, que podem oscilar de um ano para outro, e de compra de terra, principalmente na Unidade Três Lagoas, para a expansão da capacidade produtiva da fábrica.

Total de energia elétrica consumida dentro e fora da organização (GJ)

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Total de energia elétrica gerada, consumida, comprada e exportada (MWh/tsa)

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Total de energia elétrica importada, gerada, exportada, consumida e plantas int. (MWh/ano)

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Total de espécies ameaçadas

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Total de investimentos com proteção ambiental na área Florestal (R$)

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Total de investimentos com proteção ambiental na área Industrial (R$)

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Total de retirada de água por fonte nas operações florestais (m³)

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1. Observações sobre o consumo em 2016: (i) Aracruz: O viveiro é novo e estava em uma curva de aprendizado de 2014 até 2016, quando atingiu sua capacidade de produção. Esse aumento da produção de mudas demanda maior utilização de água. (ii) Jacareí: A baixa precipitação de 2014, exigiu o uso de mais água subterrânea no início de 2015, voltando a estabilidade em 2016. Porém, se somarmos os valores de ambos os anos, a variação é de cerca de 1%. (iii) Três Lagoas: Expansão da base florestal para atendimento à segunda linha de produção.
2. Em 2017, dois reservatórios para uso de água da chuva começaram a operar, um em Helvécia (BA), para abastecimento dos plantios de Aracruz, outro em Capão Bonito (SP), que abastece Jacareí. E em setembro de 2017, o viveiro que abastecia a unidade de Três Lagoas foi desativado e a Fibria começou a operar a fábrica de mudas, um viveiro altamente automatizado. Com a fábrica de mudas a unidade deixou de captar água para utilizar água da fábrica de celulose.

Valor monetário de multas ambientais significativas (R$)

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Valor monetário de multas ambientais significativas

wdt_ID Ano Pagas Pendentes por decisão
Variação das emissões diretas de escopo 1 ¹ (%)

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1. A Fibria reporta as emissões diretas de suas operações industriais e florestais (Escopo 1 - fontes de emissão de propriedade da organização ou controladas por ela), da importação de energia (Escopo 2 - emissões geradas pela produção de energia elétrica consumida nas operações florestais e industriais da empresa) e de outras fontes atribuíveis à empresa, como o transporte em veículos não pertencentes à frota própria ou não controlados operacionalmente pela empresa (Escopo 3 - fontes de emissão que não são de propriedade da organização nem controladas por ela), utilizados para exportação de produtos e viagens de trabalhadores.

Variação das emissões diretas de escopo 2 ¹ (%)

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1. A Fibria reporta as emissões diretas de suas operações industriais e florestais (Escopo 1 - fontes de emissão de propriedade da organização ou controladas por ela), da importação de energia (Escopo 2 - emissões geradas pela produção de energia elétrica consumida nas operações florestais e industriais da empresa) e de outras fontes atribuíveis à empresa, como o transporte em veículos não pertencentes à frota própria ou não controlados operacionalmente pela empresa (Escopo 3 - fontes de emissão que não são de propriedade da organização nem controladas por ela), utilizados para exportação de produtos e viagens de trabalhadores.

Variação das emissões diretas de escopo 3 ¹ (%)

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1. A Fibria reporta as emissões diretas de suas operações industriais e florestais (Escopo 1 - fontes de emissão de propriedade da organização ou controladas por ela), da importação de energia (Escopo 2 - emissões geradas pela produção de energia elétrica consumida nas operações florestais e industriais da empresa) e de outras fontes atribuíveis à empresa, como o transporte em veículos não pertencentes à frota própria ou não controlados operacionalmente pela empresa (Escopo 3 - fontes de emissão que não são de propriedade da organização nem controladas por ela), utilizados para exportação de produtos e viagens de trabalhadores.

Volume de água captado nas operações industriais (m³)

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Volume total de água reciclada e retirada nas operações industriais (m³)

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Área de conservação restaurada (hectares) – consolidado

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Área de conservação restaurada por unidade (hectares)

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Consumo específico do vapor (GJ/tsa)

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Consumo total de energia direta de fontes não renováveis (GJ)

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Consumo total de energia direta de fontes renováveis (GJ)

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Consumo total de energia direta dentro da organização

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Descarte total de água nas operações industriais (m³)

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1. Tratamento: Lagoas de aeração (Biológico) e Destinação: Oceano Atlântico.
2. Tratamento: Lodo ativado duplo estágio e Destinação: Rio Paraíba do Sul.
3. Tratamento: Lodo ativado com aeração prolongada e Destinação: Rio Paraná.
4. Os valores de 2013 para Três Lagoas foram atualizados por uma revisão do cálculo.

Detalhamento do total de investimentos com proteção ambiental na área Industrial (R$)

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Detalhamento do total de investimentos e custeio com proteção ambiental

wdt_ID Ano / Unidade Total de Investimentos Investimentos - resíduos Investimentos - emissões Investimentos - recursos hídricos Investimentos - remediação de áreas contaminadas Investimentos - gestão ambiental Outros investimentos ambientais Total de Custeio Custeio - resíduos (transporte, destinação, licenças) Custeio - emissões (efluentes) Custeio - recursos hídricos (monitoramentos) Custeio - remediação de áreas contaminadas/passivos ambientais Custeio - gestão ambiental (custo fixo) Outros custeios ambientais
Emissão total de gases de efeito estufa ¹ (Escopos 1, 2 e 3) (tCO₂e)

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1. A Fibria reporta as emissões diretas de suas operações industriais e florestais (Escopo 1 - fontes de emissão de propriedade da organização ou controladas por ela), da importação de energia (Escopo 2 - emissões geradas pela produção de energia elétrica consumida nas operações florestais e industriais da empresa) e de outras fontes atribuíveis à empresa, como o transporte em veículos não pertencentes à frota própria ou não controlados operacionalmente pela empresa (Escopo 3 - fontes de emissão que não são de propriedade da organização nem controladas por ela), utilizados para exportação de produtos e viagens de trabalhadores.
2. Alguns dados foram atualizados.

Emissões de NOx, SOx e outras emissões atmosféricas significativas (kg)

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wdt_ID Ano / Unidade NOx (emissões diretas) SOx (emissões diretas) Material particulado (MP) Outras (TRS)
Emissões de substâncias que destroem a camada de ozônio (kg)

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Emissões de substâncias que destroem a camada de ozônio

wdt_ID Ano / Unidade NOx (NO e NO₂) SOx (SO₂ e SO₃) Gás 141 B (SUVA) Gás 134 A (SUVA) Gás R-22 (FREON) Gás SUVA 404A, 407C e 410A
Emissões diretas de escopo 1¹ (toneladas de CO₂e)

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1. A Fibria reporta as emissões diretas de suas operações industriais e florestais (Escopo 1 - fontes de emissão de propriedade da organização ou controladas por ela), da importação de energia (Escopo 2 - emissões geradas pela produção de energia elétrica consumida nas operações florestais e industriais da empresa) e de outras fontes atribuíveis à empresa, como o transporte em veículos não pertencentes à frota própria ou não controlados operacionalmente pela empresa (Escopo 3 - fontes de emissão que não são de propriedade da organização nem controladas por ela), utilizados para exportação de produtos e viagens de trabalhadores.
2. Alguns dados foram atualizados.

Emissões diretas de escopo 2¹ (toneladas de CO₂e)

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1. A Fibria reporta as emissões diretas de suas operações industriais e florestais (Escopo 1 - fontes de emissão de propriedade da organização ou controladas por ela), da importação de energia (Escopo 2 - emissões geradas pela produção de energia elétrica consumida nas operações florestais e industriais da empresa) e de outras fontes atribuíveis à empresa, como o transporte em veículos não pertencentes à frota própria ou não controlados operacionalmente pela empresa (Escopo 3 - fontes de emissão que não são de propriedade da organização nem controladas por ela), utilizados para exportação de produtos e viagens de trabalhadores.
2. Alguns dados foram atualizados.

Emissões diretas de escopo 3¹ (toneladas de CO₂e)

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1. A Fibria reporta as emissões diretas de suas operações industriais e florestais (Escopo 1 - fontes de emissão de propriedade da organização ou controladas por ela), da importação de energia (Escopo 2 - emissões geradas pela produção de energia elétrica consumida nas operações florestais e industriais da empresa) e de outras fontes atribuíveis à empresa, como o transporte em veículos não pertencentes à frota própria ou não controlados operacionalmente pela empresa (Escopo 3 - fontes de emissão que não são de propriedade da organização nem controladas por ela), utilizados para exportação de produtos e viagens de trabalhadores.
2. Alguns dados foram atualizados.

Energia elétrica comprada (GJ)

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Energia elétrica comprada

1. Valor de 2016, para Jacareí, atualizado.

Geração e destinação de resíduos – não perigosos¹ (m³)

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Geração e destinação de resíduos - não perigosos

wdt_ID Ano Aracruz - Aterro (resíduo classe II) Jacareí² - Aterro (resíduo classe II) Três Lagoas - Aterro (resíduo classe II) Aracruz - Outros (efluentes, fossas) Jacareí² - Outros (efluentes, fossas) Três Lagoas - Outros (efluentes, fossas)

1. Informações fornecidas por empresas especializadas responsáveis pela disposição de resíduos. A disposição é feita de acordo com o tipo.
2. Inclui Capão Bonito e Vale do Paraíba.

Geração e destinação de resíduos – não perigosos ¹ (peças)

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Geração e destinação de resíduos - não perigosos (peças)

1. Informações fornecidas por empresas especializadas responsáveis pela disposição de resíduos. A disposição é feita de acordo com o tipo.
2. Inclui Capão Bonito e Vale do Paraíba.

Geração e destinação de resíduos – não perigosos ¹ (toneladas)

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Geração e destinação de resíduos - não perigosos (toneladas)

1. Informações fornecidas por empresas especializadas responsáveis pela disposição de resíduos. A disposição é feita de acordo com o tipo.
2. Inclui Capão Bonito e Vale do Paraíba.

Geração e destinação de resíduos – perigosos¹ (litros)

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Geração e destinação de resíduos - perigosos (litros)

1. Informações fornecidas por empresas especializadas responsáveis pela disposição de resíduos. A disposição é feita de acordo com o tipo.
2. Inclui Capão Bonito e Vale do Paraíba.

Geração e destinação de resíduos – perigosos¹ (peças)

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Geração e destinação de resíduos - perigosos (peças)

wdt_ID Ano Aracruz - Reciclagem (tambores, lâmpadas, baterias automotivas) Jacareí² - Reciclagem (tambores, lâmpadas, baterias automotivas) Três Lagoas - Reciclagem (tambores, lâmpadas, baterias automotivas) Aracruz - Reutilização (toalhas industriais) Jacareí² - Reutilização (toalhas industriais) Três Lagoas - Reutilização (toalhas industriais) Aracruz - Destinação Embalagem de Defensivo Jacareí² - Destinação Embalagem de Defensivo Três Lagoas - Destinação Embalagem de Defensivo

1. Informações fornecidas por empresas especializadas responsáveis pela disposição de resíduos. A disposição é feita de acordo com o tipo.
2. Inclui Capão Bonito e Vale do Paraíba.

Geração e destinação de resíduos – perigosos¹ (toneladas)

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Geração e destinação de resíduos - perigosos (toneladas)

1. Informações fornecidas por empresas especializadas responsáveis pela disposição de resíduos. A disposição é feita de acordo com o tipo.
2. Inclui Capão Bonito e Vale do Paraíba.

Intensidade de emissões de gases de efeito estufa¹ (toneladas de CO₂eq/tsa)

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1. Inclui escopos 1, 2 e 3. Gases considerados: CO₂, CH₄ e N₂O; "tsa" é a sigla para "tonelada seca ao ar"
2. Em 2017, a empresa iniciou a segunda linha de produção de celulose em Três Lagoas (MS). Nessa unidade também foi realizado o Overhaul do turbogerador aumentando o consumo de energia elétrica. Em contrapartida, também aumentamos o consumo de celulose. Além disso, adequamos os cálculos de emissões de biomassa, que vinham tendo uma dupla contagem em dos processos.

Intensidade energética (GJ/tsa)

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  • GRI 301-1
Materiais utilizados¹, por peso e volume

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Materiais utilizados, por peso e volume1

wdt_ID Ano / Unidade Adubos (corretivo, foliar, manutenção, orgânico) - ton Adubos (corretivo, foliar, manutenção, orgânico) - litro Defensivos (bactericidas, fungicidas, inseticidas e outros) - litro Defensivos (bactericidas, fungicidas, inseticidas e outros) - kg Defensivos (herbicidas) - litro Defensivos (herbicidas) - kg Formicidas - ton Lubrificantes (óleo lubrificante) - litro Lubrificantes (graxa) Substrato

1. Materiais não renováveis
2. Maior volume de atividades relacionadas ao controle de lagartas (aumento no uso de defensivos (bactericidas, fungicidas, inseticidas e outros); maior volume principalmente por maior plantio no ano (aumento no uso de defensivos (herbicidas); maior raio médio transporte, gerando maior consumo de lubrificantes e graxa.
3. O aumento do consumo de herbicidas se deu, entre outras razões, pelo aumento da área capinada no ano. A geada ocorrida em Capão Bonito, em 2016, teve como consequência a existência de áreas "abertas" em 2017 com maior necessidade de aplicação de herbicidas. Em Guararema, houve alta infestação de folha larga e consequente maior consumo de herbicida líquido.

Mecanismo de registro de demandas sobre impactos ambientais

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1. Arquivado: foi considerado improcedente e fora do escopo.
2. Tratado: foi considerado procedente e parcialmente procedente.

Percentual de fornecedores em adequação e com contratos encerrados por conta de impactos ambientais

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1. Racional para cálculo: empresas que passaram pelo processo de homologação e avaliação de desempenho em 2017, e que tiveram nota baixa (<80) no critério ambiental + auditoria in loco, em relação ao total de empresas que passaram pelo processo de homologação e avaliação de desempenho em 2017, e que tiveram nota baixa (<80) no critério ambiental com plano de ação.
2. Racional para cálculo: dos fornecedores que tiveram avaliação de desempenho inferior a nota 80, ou seja, que tiveram plano de ação, checagem se houve rescisão contratual por este motivo; e fornecedores que tiveram plano de ação na auditoria in loco que originaram rescisão contratual.

Percentual de novos fornecedores selecionados com base em critérios ambientais

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1. Total de fornecedores cadastrados em 2017 que foram avaliados (aprovados e reprovados) no quesito Ambiental versus o total de fornecedores cadastrados em 2017 que passaram por homologação. Base de empresas cadastradas em 2017 conforme lista CSC com CNPJ raiz.
2. Total de fornecedores cadastrados em 2017 que foram aprovados na homologação no quesito Ambiental versus o total de fornecedores cadastrados em 2017 que passaram por homologação. Base de empresas cadastradas em 2017 conforme lista CSC com CNPJ raiz.

Avaliação de impactos ambientais na cadeia de fornecedores

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